Equatorians Edgar Diminich and Jaime Santos are champions of the Western Hemisphere and Orient Championship

On the one hand frustration, euphoria. When the race Committee, chaired by Carlos “Cuca” Shafiq, gave up definitely perform the evidence this Saturday (25/6) at verges from praia do Forte, in Cabo Frio, four doubles who eagerly awaiting a chance to climb to the top of the podium they were sad and another, the Ecuadorians Diminich and Santos, began celebrating effusively.

 

With the lack of races on the last day the scoresheet from the day before, including eight races, if kept. And the only boat from Ecuador in the race won. Rafael and Henry, the Yacht Club of Santos, tied with the winners with the same 37 points lost, bu tin the tiebreaker (most WINS, then the greatest number of second places, a third party, etc.) took the runner-up spot. The duo had been the Eastern Brazilian champion Snipe in the same lane last week.

 

Another tie on points, 39 pp, set the third and fourth places. The Gauchos Xandi Paradeda and Gabriel Kieling (CDJ) third and Felipe were general Sabino and Leonardo Lombardi (RYC/ICRJ) were fourth, also in the tiebreaker. The Argentines Luis Soubie and Diego Lipszyc closed the Top 5.

 

For Gweneth Crook, Commodore of the Snipe class, the League was very good.As always, the ICRJ organization was excellent and the location could not be betterCabo Frio is a beautiful place and an excellent streak for the practice of sailing. So we came back to compete in an international event of this magnitude here and we will certainly return to high-level class Championships in these waters, “said the leader of the Snipe international Class.

 

At the awards ceremony, in addition to beautiful trophies for the top five placed and individual prizes for the winners of each race, there was a raffle for some goodies from the sponsor of the event, the North Sails, culminating with a mainsail. For joy and cries excited the audience, the Japanese Nanami Terada, penultimate placed among the 36 boats that effectively ran races, was the winner of the Grand Prize. The friendly Japanese  made his countrymen, the largest foreign delegation of the tournament, with 14 sailors, vibrate and flashing banners of Japan and Brazil.

 

And it was in this climate of friendship and camaraderie that followed the party in the evening cold already in SubHeadquarters of Cabo Frio in the Iate Clube do Rio de Janeiro. The beautiful transitional trophy began to run the world in 1950, in Havana,Cuba, and has been played in more than ten countries, will now stay in Ecuador until being put up for grabs in 2018 in location to be defined.
 –courtesy of Noticas Nauticas

De um lado frustração, do outro euforia. Quando a Comissão de Regatas, presidida por Carlos “Cuca” Sodré, desistiu definitivamente de realizar as provas neste sábado (25/6) na raia da praia do Forte, em Cabo Frio, quatro duplas que aguardavam ansiosamente uma chance de subir ao mais alto do pódio ficaram tristes e outra, os equatorianos Diminich e Santos,  começaram a comemorar efusivamente.

Com a falta de regatas no último dia a súmula do dia anterior, contando oito provas, se manteve. E o único barco do Equador na disputa sagrou-se campeão. Rafael e Henrique, do Iate Clube de Santos, empataram com os vencedores com os mesmos 37 pontos perdidos, mas no critério de desempate (maior número de vitórias, depois maior número de segundos lugares, terceiros, etc.) ficaram com o vice-campeonato. A dupla havia sido campeã do Leste Brasileiro de Snipe na mesma raia na semana passada.

Outro empate na pontuação, em 39 pp, definiu as terceira e quarta colocações. Os gaúchos Xandi Paradeda e Gabriel Kieling (CDJ), foram terceiros gerais e Felipe Sabino e Leonardo Lombardi (RYC/ICRJ) ficaram em quarto, também no critério de desempate. Os argentinos Luis Soubie e Diego Lipszyc fecharam o Top5.

Para a canadense Gweneth Crook, Comodora da classe Snipe, o campeonato foi muito bom. “Como sempre, a organização do ICRJ foi excelente e o lugar escolhido não poderia ser melhor. Cabo Frio é um lugar lindíssimo e uma excelente raia para a prática da vela. Por isso voltamos a disputar um evento internacional desta magnitude aqui e certamente iremos voltar a ter campeonatos de alto nível da classe nestas águas”, declarou a dirigente máxima do Snipe internacional.

Na cerimônia de premiação, além de belos troféus para os cinco primeiros colocados e de prêmios individuais para os vencedores de cada regata, aconteceu um sorteio de alguns brindes do patrocinador do evento, a North Sails, culminando com uma vela grande novinha em folha. Para alegria de todos e gritos entusiasmados da plateia, a japonesa Nanami Terada, penúltima colocada entre os 36 barcos que efetivamente correram as regatas, foi a vencedora do grande prêmio. A simpática japonesinha fez seus compatriotas, a maior delegação estrangeira do torneio, com 14 velejadores, vibrarem e agitarem bandeiras do Japão e do Brasil.

E foi neste clima de confraternização e camaradagem que seguiu a festa na noitinha já fria na Sub-Sede de Cabo Frio do Iate Clube do Rio de Janeiro. O belo troféu transitório, que começou a correr o mundo em 1950, em Havana, Cuba, e já foi disputado em mais de dez países, vai agora ficar no Equador até voltar a ser posto em disputa em 2018 em local a ser definido.